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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011 0 comentários

Cancões natalinas em inglês- Silent Night

Silent night, holy night,
All is calm, all is bright;
Round yon Virgin Mother and Child,
Holy Infant, so tender and mild,
Sleep in heavenly peace;
Sleep in heavenly peace.



Silent night, holy night,
Shepherds quake at the sight;
Glories stream from heaven afar,
Heav'nly hosts sing Alleluia;
Christ the Savior is born;
Christ the Savior is born.




Silent night, holy night,
Son of God, love's pure light.
Radiant beams from Thy holy face,
With the dawn of redeeming grace;
Jesus, Lord, at Thy birth;
Jesus, Lord, at Thy birth.
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Canções natalinas em inglês- Here comes Santa Claus

Here comes Santa Claus,
Here comes Santa Claus,
Right down Santa Claus Lane;
Vixen and Blitzen and all his reindeer,
Are pulling on the rein.
Bells are ringing, children singing,
All is merry and bright;
Hang your stockings and say your prayers,
‘Cause Santa Claus comes tonight.

Here comes Santa Claus,
Here comes Santa Claus,
Right down Santa Claus Lane;
He's got a bag that is filled with toys
For the girls and boys again.
Hear those sleigh bells jingle jangle,
What a beautiful sight;
Jump in bed, cover up your head,
‘Cause Santa Claus comes tonight.


Here comes Santa Claus,
Here comes Santa Claus,
Right down Santa Claus Lane;
He doesn't care if you're rich or poor,
For he loves you just the same.
Santa knows that we're God's children,
That makes ev'rything right;
Fill your hearts with a Christmas cheer,
‘Cause Santa Claus comes tonight.

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Cancões natalinas em inglês


Dashing through the snow
In a one-horse open sleigh;
O'er the fields we go,
Laughing all the way.

Bells on bobtail ring,
Making spirits bright;
What fun it is to ride and sing
A sleighing song tonight.




Oh! Jingle bells, jingle bells,
Jingle all the way!
Oh, what fun it is to ride
In a one-horse open sleigh!


Jingle bells, jingle bells,
Jingle all the way!
Oh, what fun it is to ride
In a one-horse open sleigh!

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Canções natalinas em inglês

Carol Of The Bells


Hark! How the bells,
Sweet silver bells,
All seem to say,
"Throw cares away."
Christmas is here,
Bringing good cheer
To young and old,
Meek and the bold.



Ding, dong, ding, dong,
That is their song
With joyful ring,
All caroling.
One seems to hear
Words of good cheer
From ev'rywhere
Filling the air;
O how happy are their tones.




Gaily they ring
While people sing
Songs of good cheer,
Christmas is here;
Merry, merry, merry,
Merry Christmas,
Merry, merry, merry,
Merry Christmas,
On, on they send,
On without end,
Their joyful tone
To ev'ry home.
Ding, dong, ding, dong.
terça-feira, 18 de outubro de 2011 0 comentários

La Marseillaise

La Marseillaise




La Marseillaise (A Marselhesa, em português) é o hino nacional da França. Foi composto pelo oficial Claude Joseph Rouget de Lisle em 1792, da divisão de Estrasburgo, como canção revolucionária. A canção adquiriu grande popularidade durante a Revolução Francesa, especialmente entre as unidades do exército de Marselha, ficando conhecida como A Marselhesa.
Seu título era originalmente Canto de Guerra para o Exército do Reno. O hino foi composto por Rouget de Lisle, oficial do exército francês e músico autodidata, a pedido do prefeito de Estrasburgo, Philippe-Frédéric de Dietrich, dias depois da declaração de guerra ao imperador da Áustria, em 25 de abril de 1792. O canto deveria ser um estímulo para encorajar os soldados no combate de fronteira, na região do rio Reno.
A canção obteve sucesso imediato e em pouco tempo, por intermédio de viajantes, chegou à Provença, no sudeste da França. Um mês depois, a canção chegava a Paris com os soldados federados marselheses, que a cantaram durante todo o percurso. Desde então, passou a ser associada à cidade de Marselha. No dia 4 de agosto o jornal La Chronique de Paris evocou o canto dos marselheses, e seis dias depois ele seria entoado durante a famosa tomada do Palácio das Tulherias.
Em 20 de setembro de 1792, o exército revolucionário, comandado pelo general Dumouriez, venceu a Batalha de Valmy, travada contra a nobreza francesa e seus aliados austríacos e prussianos, que tentavam derrubar o regime instaurado em 1789. Na ocasião, Servan de Gerbey, ministro da Guerra da França, escreveu a Dumouriez: "O hino conhecido pelo nome de La Marseillaise é o Te Deum da República".
Em 1795, foi instituída pela Convenção como hino nacional.
Napoleão Bonaparte baniu A Marselhesa durante o império, assim como Luís XVIII na segunda restauração, devido ao seu caráter revolucionário. A revolução de 1830 restabeleceu-lhe o status de hino nacional, sendo inclusive reorquestrada por Hector Berlioz na década de 1830. Entretanto, Napoleão III tornaria a banir a canção até que, em 1879, com a instauração da III República, a canção foi definitivamente confirmada como o hino nacional francês, ato esse reafirmado nas constituições de 1946 e 1958.

Letra

Em geral, somente a primeira e a sexta estrofes e o refrão são cantados atualmente na França. Existem algumas pequenas diferenças históricas entre várias versões da letra. A que segue é a versão contida no sítio oficial da Presidência da República Francesa.


Hino da França
Allons enfants de la Patrie,
Le jour de gloire est arrivé
Contre nous de la tyrannie
L'étendard sanglant est levé.
L'étendard sanglant est levé:
Entendez-vous dans les campagnes
Mugir ces féroces soldats!
Ils viennent jusque dans vos bras
Égorger vos fils et vos compagnes.
Aux armes citoyens,
Formez vos bataillons.
Marchons! Marchons!
Qu'un sang impur
Abreuve nos sillons
Que veut cette horde d'esclaves
De traîtres, de rois conjurés?
Pour qui ces ignobles entraves
Ces fers dès longtemps préparés
Ces fers dès longtemps préparés
Français, pour nous, Ah quel outrage
Quel transport il doit exciter!
C'est nous qu'on ose méditer
De rendre à l'antique esclavage
Quoi! Des cohortes étrangères
Feraient la loi dans nos foyers!
Quoi! Ces phalanges mercenaires
Terrasseraient nos fiers guerriers.
Terrasseraient nos fiers guerriers.
Grand Dieu! Par des mains enchaînées
Nos fronts, sous le joug, se ploieraient.
De vils despotes deviendraient
Les maîtres de nos destinées
Tremblez tyrans, et vous perfides
L'opprobe de tous les partis.
Tremblez, vos projets parricides
Vont enfin recevoir leur prix!
Vont enfin recevoir leur prix!
Tout est soldat pour vous combattre.
S'ils tombent nos jeunes héros,
La terre en produit de nouveaux
Contre vous, tous prêts à se battre
Français en guerriers magnanimes
Portez ou retenez vos coups.
Épargnez ces tristes victimes
A regrets s'armant contre nous!
A regrets s'armant contre nous!
Mais ce despote sanguinaire
Mais les complices de Bouillé
Tous les tigres qui sans pitié
Déchirent le sein de leur mère!
Amour Sacré de la Patrie
Conduis, soutiens nos braves vengeurs.
Liberté, Liberté chérie
Combats avec tes défenseurs
Combats avec tes défenseurs
Sous nos drapeaux, que la victoire
Accoure à tes mâles accents
Que tes ennemis expirants
Voient ton triomphe et nous, notre gloire
(« Couplet des enfants »)
Nous entrerons dans la carrière
Quand nos aînés n'y seront plus
Nous y trouverons leur poussière
Et la trace de leur vertus!
Et la trace de leur vertus!
Bien moins jaloux de leur survivre
Que de partager leur cercueil.
Nous aurons le sublime orgueil
De les venger ou de les suivre
Aux armes citoyens,
Formez vos bataillons.
Marchons! Marchons!
Qu'un sang impur
Abreuve nos sillons



La Marseillaise/A Marselhesa
Avante, filhos da Pátria,
O dia da Glória chegou.
Contra nós, da tirania
O estandarte ensanguentado se ergueu.
O estandarte ensanguentado se ergueu.
Ouvis nos campos
Rugirem esses ferozes soldados?
Vêm eles até aos nossos braços
Degolar nossos filhos, nossas mulheres.
Às armas cidadãos!
Formai vossos batalhões!
Marchemos, marchemos!
Que um sangue impuro
Ague o nosso arado
O que quer essa horda de escravos
de traidores, de reis conjurados?
Para quem (são) esses ignóbeis entraves
Esses grilhões há muito tempo preparados?
Esses grilhões há muito tempo preparados?
Franceses! A vós, ah! que ultraje!
Que comoção deve suscitar!
É a nós que consideram
retornar à antiga escravidão!
O quê! Tais multidões estrangeiras
Fariam a lei em nossos lares!
O quê! Essas falanges mercenárias
Arrasariam os nossos nobres guerreiros
Arrasariam os nossos nobres guerreiros
Grande Deus! Por mãos acorrentadas
Nossas frontes sob o jugo se curvariam
E déspotas vis tornar-se-iam
Os mestres dos nossos destinos!
Tremei, tiranos! e vós pérfidos,
O opróbrio de todos os partidos,
Tremei! vossos projetos parricidas
Vão enfim receber seu preço!
Vão enfim receber seu preço!
Somos todos soldados para vos combater.
Se tombam os nossos jovens heróis
A terra de novo os produz
Contra vós, todos prontos a vos vencer!
Franceses, guerreiros magnânimos,
Levai ou retende os vossos tiros!
Poupai essas tristes vítimas
A contragosto armando-se contra nós.
A contragosto armando-se contra nós.
Mas esses déspotas sanguinários
Mas os cúmplices de Bouillé,
Todos os tigres que, sem piedade,
Rasgam o seio de suas mães!
Amor Sagrado pela Pátria
Conduz, sustém-nos os braços vingativos.
Liberdade, liberdade querida,
Combate com os teus defensores!
Combate com os teus defensores!
Sob as nossas bandeiras, que a vitória
Chegue logo às tuas vozes viris!
Que teus inimigos agonizantes
Vejam teu triunfo, e nós a nossa glória.
(Verso das crianças)
Entraremos na carreira (militar),
Quando nossos anciãos não mais lá estiverem.
Lá encontraremos suas cinzas
E o resquício das suas virtudes
E o resquício das suas virtudes
Bem menos desejosos de lhes sobreviver
Que de partilhar seus caixões,
Teremos o sublime orgulho
De os vingar ou de os seguir.
Às armas, cidadãos,
Formai vossos batalhões,
Marchemos, marchemos!
Que um sangue impuro
Ague o nosso arado!






curiosidades: A Abertura Solene Para o Ano de 1812 é uma obra orquestral de Pyotr Ilyich Tchaikovsky comemorando o fracasso da invasão francesa à Rússia em 1812 e a subsequente devastação da Grande Armada de Napoleão. A obra é mais conhecida pela sua sequência de tiros de canhão que é, em alguns concertos ao ar livre, executada com canhões verdadeiros.

Há um trecho do Hino francês na Abertura de 1812, que aparece no filme V de Vingança
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The Star-Spangled Banner, Hino Americano


The Star-Spangled Banner ("A Bandeira Estrelada") é o hino nacional dos Estados Unidos da América. A letra da canção foi escrita em 1814 por Francis Scott Key, um advogado e poeta amador com 35 anos de idade. Key escreveu a canção depois de testemunhar o bombardeamento de Fort McHenry, em Baltimore (Maryland) pela frota britânica, em Chesapeake Bay, durante a Guerra de 1812. Cantada com a música da canção de taberna inglesa "To Anacreon in Heaven", tornou-se popular nos Estados Unidos. Foi declarada hino nacional por uma resolução do Congresso dos Estados Unidos a 3 de Março de 1931.
Letra do hino

Original (em Inglês)
Oh, say, can you see, by the dawn's early light
What so proudly we hailed at the twilight's last gleaming?
Whose broad stripes and bright stars, through the perilous fight,
O 'er the ramparts we watched, were so gallantly streaming.
And the rockets` red glare, the bombs bursting in air,
Gave proof through the night that our flag was still there.
Oh, say, does that star-spangled banner yet wave
O'er the land of the free and the home of the brave?
II
On the shore dimly seen, through the mists of the deep,
Where the foe's haughty host in dread silence reposes,
What is that which the breeze, o'er the towering steep,
As it fitfully blows, half conceals, half discloses?
Now it catches the gleam of the morning's first beam,
In fully glory reflected, now shines on the stream:
'Tis the star-spangled banner: oh, long may it wave
O'er the land of the free and the home of the brave.
III
And where is that band who so vauntingly swore
That the havoc of war and the battle's confusion
A home and a country should leave us no more?
Their blood has vanished out their foul footstep's pollution.
No refuge could save the hireling and slave
From the terror of flight, or the gloom of the grave:
And the star-spangled banner in triumph doth wave
O'er the land of the free and the home of the brave!
IV
Oh, thus be it ever when freemen shall stand.
Between their loved home and the war's desolation!
Blest with victory and peace, may the heaven-rescued land
Praise the Power that has made and preserved us a nation.
Then conquer we must, when our cause it is just.
And this be our motto: "In God is our trust".
And the star-spangled banner in triumph shall wave
O'er the land of the free and the home of the brave.


Tradução (em português)
I
Ó, dizei, podeis ver, na primeira luz do amanhecer
O que saudamos, tão orgulhosamente, no último brilho do crepúsculo?
Cujas amplas faixas e brilhantes estrelas, durante a luta perigosa,
Sobre os baluartes assistimos, ondulando tão imponentemente?
E o clarão vermelho dos foguetes, as bombas estourando no ar,
Deu-nos prova, durante a noite, de que nossa bandeira ainda estava lá.
Ó, dizei, a bandeira estrelada ainda tremula
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes?
II
Na costa, vista com dificuldade pelas névoas do oceano profundo,
Onde as orgulhosas hostes do inimigo em silêncio temoroso repousam,
O que é que a brisa, sobre o altíssimo precipício,
Enquanto sopra irregularmente, ora esconde, ora expõe?
Eis que ela reflete o brilho do primeiro raio de luz da manhã,
Em toda a sua glória refletida brilha sobre o rio:
É a bandeira estrelada! Ó, que por muito tempo ela tremule
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes.
III
E onde está aquela tropa que jurou tão solenemente
Que a destruição da guerra e a confusão da batalha
De um lar e de um país nos privariam?
O seu sangue limpou a infecta poluição de seus passos.
Nenhum refúgio poderia salvar o mercenário e o escravo
Do terror da fuga, ou da escuridão do sepulcro:
E a bandeira estrelada em triunfo ainda tremula
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes!
IV
Ó, assim seja sempre, quando os homens livres se colocarem
Entre seu amado lar e a desolação da guerra!
Abençoada com vitória e paz, que a terra resgatada pelos céus
Louve o Poder que nos fez e preservou como nação.
Então prevalecer devemos, quando nossa causa for justa,
E este seja nosso lema: "Em Deus está nossa confiança ".
E a bandeira estrelada em triunfo tremulará
Sobre a terra dos livres e o lar dos valentes!







Para quem gosta de rock(como eu!!!!) Disponibilizo uma versão tocada pelo grande guitarrista Jimi Hendrix

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God save the Queen- Hino do Reino Unido

God Save the Queen (em português: Deus Salve a Rainha) é o hino nacional do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, e, portanto, também dos territórios britânicos ultramarinos, e um dos dois hinos nacionais de outros reinos da Comunidade de Nações - Nova Zelândia, Austrália, Bahamas, Canadá, Jamaica, Granada, São Cristóvão e Névis, Tuvalu, Antígua e Barbuda, Barbados e Belize, países, estes, que tem Sua Majestade a rainha Isabel II como sua rainha e chefe de Estado. O mesmo também é o hino das dependências da Coroa britânica, tais como Guernsey, Jersey e a ilha de Man.
O autor é desconhecido (supõe-se que seja Sir Thomas Augustine Arne), mas é usado desde 1740. Quando o monarca é um homem, o título altera-se para Deus salve o Rei (em inglês: God Save the King). Vários compositores de música erudita, como Niccolò Paganini, Franz Liszt e Ludwig van Beethoven, compuseram variações sobre o tema. A orquestração mais famosa e mais utilizada não é a original, e sim a de Edward Elgar.


Letra

As estrofes pouco utilizadas estão em itálico. As estrofes banidas/não mais utilizadas estão em negrito e itálico.

God save our gracious Queen,
Long live our noble Queen,
God save the (our) Queen.
Send her victorious,
Happy and glorious,
Long to reign over us:
God save the Queen.
O Lord, our God, arise,
Scatter thine (or her) enemies,
And make them fall.
Confound their politics,
Frustrate their knavish tricks,
On thee our hopes we fix:
God save us all.
Thy choicest gifts in store,
On her be pleased to pour;
Long may she reign:
May she defend our laws,
And ever give us cause
To sing with heart and voice)
God save the Queen.
Not in this land alone,
But be God's mercies known,
From shore to shore!
Lord make the nations see,
That men should brothers be,
And form one family,
The wide world over.
From every latent foe,
From the assassins blow,
God save the Queen!
O'er her thine arm extend,
For Britain's sake defend,
Our mother, prince, and friend,
God save the Queen!
Lord grant that Marshal Wade
May by thy mighty aid
Victory bring.
May he sedition hush,
And like a torrent rush,
Rebellious Scots to crush.
God save the Queen!

Deus salve nossa graciosa Rainha,
Longa vida à nossa nobre Rainha,
Deus salve a (nossa) Rainha;
Que a faça vitoriosa,
Feliz e gloriosa,
Que tenha um longo reinado sobre nós
Deus salve a Rainha.
Ó Deus, nosso Deus, vem
Dispersa seus inimigos
E faze-os cair.
Confunde sua política,
frustra seus truques fraudulentos
Em ti depositamos nossa esperança
Deus salve a todos nós.
Os melhores presentes na loja;
Que seja agradável dar-lhe
Que seu reinado seja longo;
Que ela defenda nossas leis,
E sempre dê-nos motivo
De cantar com coração e voz
"Deus salve a Rainha!"
Não apenas neste país,
Mas seja a misericórdia de Deus conhecida
De costa a costa!
Senhor, faça com que as nações vejam,
Que os homens devem ser irmãos,
E formarem uma só família,
Por todo o mundo.
A todo inimigo latente,
e a todos os assassinos, afaste,
Deus salve a Rainha!
Sobre ela, estenda seu braço,
Pela causa britânica, defenda,
Nossa mãe, príncipe (princesa), e amigo(a),
Deus salve a Rainha!
Que Deus permita que o Marechal Wade
possa, com auxílio todo-poderoso,
trazer a vitória.
Possa ele silenciar a sedição,
E como uma torrente, varrer,
Os rebeldes escoceses até os esmagar.
Deus salve a Rainha!

Obs.: Quando é um rei, no lugar dos versos (1) e (2) se usa: With heart and voice to sing/ God save the King. Para além disso, quando é um rei, todas as palavras referindo Queen passam para King.






Fonte: Wikipédia
 
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